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Quem são os millennials, público que irá ditar as tendências do mercado educacional

Não adianta. Para os mais novos, a forma clássica de educar – sala, quadro, mesas, giz, cadernos e canetas – está mais do que ultrapassada e carece de mudanças. Mas não é da noite para o dia em que essas mudanças serão feitas, dadas a cultura em que esse nicho se estruturou. Então, as instituições têm que se desdobrar para, não só cativar, mas compreender essa faixa de público, que alterna entre 18 e 34 anos de idade: os chamados millennials. Só na região metropolitana de São Paulo são 7,2 milhões das classes C e D.

Aproximadamente 70 % de quem pretende ingressar em uma universidade é composto por essa geração e, portanto, o futuro aluno universitário está pautado nela. É muito simples entender o porquê de tudo isso estar em harmonia: para esse público, a educação fica atrás somente da família quando tratada como fator de maior influência para mudança na perspectiva de vida. E, pasme: a tecnologia vem em quarto lugar. Isso se deve ao fato deles acreditarem que podem fazer a diferença local e global. Para eles, melhorar o acesso e a qualidade da educação é a forma mais importante de mudar o mundo.

Os millennials querem muito mais do que uma sala de aula. O envolvimento deles com a tecnologia é constante.

Antes, em muitos casos, em uma cultura onde os pais impunham o futuro de seus filhos, a escolha do curso universitário era, em grande parte, unilateral. Com o passar dos anos, não só uma maior liberdade entrou em cena, mas, com o decorrer dos anos e o acesso de informação de forma facilitada por parte do pré-universitário, até que o estudante chegue a se decidir sobre qual curso fazer, é feito todo um criterioso processo de análise do mesmo e da instituição através da internet, sua reputação e nomes envolvidos, entre outros dados de relevante importância para quem estará investindo. E isso vem ficando cada vez mais rápido. Estima-se que o tempo que dura nessa jornada, do descobrimento das necessidades até a decisão de qual curso fazer, seja de 4,7 meses.

Conhecendo o seu público, você estará apto para traçar as possíveis melhores estratégias para causar mais influência nessa etapa de pesquisa por parte do futuro aluno. Atualmente, não só a TV – ainda no topo dos investimentos no Brasil – mas as redes sociais e sites também possuem indiscutível alcance. Apesar de estarem entre os canais mais utilizados, cada vez menos a mídia impressa vem sendo utilizada. Na medida em que o tempo de pesquisa passa, os meios digitais vão ganhando importância, mostrando que a instituição deve estar preparada e desenvolvendo canais comunicativos – sites e blogs – adequados e compatíveis para mobiles.

O setor educacional está, cada vez mais, lidando com um público mais crítico e que busca a excelência necessária para atingir os seus objetivos.

Para conquistar o aluno, deve-se fazer com que ele tenha a melhor experiência, desde o descobrimento da sua necessidade. Se você se preparar, acolhendo-o com seu poder de persuasão e conhecendo-o melhor – seus costumes, personalidade, condições sociais – e adequando o seu plano de divulgação para atingir esse nicho, verá que ele irá criar uma consideração pela sua marca ao longo da pesquisa, podendo se matricular na sua instituição. Nessa fase final de escolha, a ciência e a consideração pela marca já foram construídas, fazendo com que as buscas tendem a ser menos genéricas.

Pesquisas indicam que, para os millennials, a internet é para tudo e para todos. Prova disso é que esse grupo, no Brasil, navega na web por, aproximadamente, 7 horas diárias. Boa parte deles está sempre conectada através de um aparelho, seja um smartphone, um notebook, ou até um videogame, com uma frequência bem acima da população.

Com a ajuda da tecnologia, em diversos aparelhos e formatos estão crescendo os aplicativos voltados para a área educacional. O que antes era complicado, caro e, em alguns casos, motivos de imposição paterna, hoje virou uma rotina divertida e prazerosa: aprender sobre qualquer área ou assunto. Esses aplicativos estão presentes em 44% dos smartphones na faixa de idade dos millennials.

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